uma conversa sincera comigo mesmo
Acho que meu emprego ideal seria algo que eu pudesse ser útil de verdade, mas sem me sentir sufocado. Um lugar onde eu não tivesse que fingir ser alguém que não sou — onde minhas ideias fossem ouvidas, e minha sensibilidade não fosse tratada como "frescura". Queria algo criativo, sabe? Onde eu pudesse usar minha mente pra transformar sentimentos em palavras, pensamentos em alguma coisa que ajude os outros... talvez escrevendo, talvez ouvindo, talvez criando. Mas o mais importante: Que eu não precisasse me anular pra caber. Nem fazer cara de “tudo bem” quando por dentro tá tudo quebrado. Eu queria estar num lugar onde eu pudesse ser eu sem ter que ficar me defendendo o tempo todo. Onde as pessoas não me olhassem como se eu fosse exagerado, intenso demais ou estranho só porque eu sinto tudo de forma diferente. Queria viver num ritmo que fizesse sentido pra mim… sabe? Sem essa cobrança de ser “produtivo” o tempo todo, de acordar e já sentir que tô atrasado na vida. Queria poder ...