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Protetores auriculares para pessoas com TDAH

 O uso do abafador traz acomodação sensorial, redução de ruídos e estímulo proprioceptivo, o que resulta na organização do comportamento e a melhora da funcionalidade. De acordo com as cartilhas hipersensibilidade auditiva são importantes os usos de tampões e fone contra ruídos são benefícios para amenizar os incômodos de barulhos (Gomes e tal, 2008) s 60 participantes, 65% dos entrevistados disseram que ruídos dificultam o aprendizado em sala de aula. Diante essa problemática, partiu-se a produzir um protótipo eficaz para amenizar esses ruídos.  vejamos um eneagrama;  CÉREBRO SEM TDAH CÉREBRO COM TDAH COM ABAFADOR DE SOM ────────────────── ────────────────── ──────────────────── [ Barulho de Fundo ] [ Barulho de Fundo ] [ Barulho de Fundo ] │ │ │ (Filtro Natural) │ (Filtro Falha) ▼ ...

O quão desgastante

Depois de anos eu estou novamente aqui escrevendo ... Minha mente não parou desde que eu entendi aquilo Desde que eu quero ficar própero e sair da miséria ainda estou aqui . E ainda, andando em círculos eu pareço que não saí do lugar . São 30 anos tentando lugar nessa terra. E ainda, eu não sei bem o que sou eu  A água batendo na bunda porque exije que eu saia de onde eu to  Mas eu não sei para onde e como vou. Hikikomori :  Embora de origem japonesa, este termo descreve o isolamento social severo de pessoas que se retiram da sociedade por meses ou anos, sentindo-se incapazes de lidar com as exigências de produtividade e convívio. E é isso que sou eu . Um Hikikomori. Eu não andei fora da sociedade mas, se eu disse que meu quarto é um covil? Você entenderia que é ? Erikson propõe que a fase dos 20 aos 40 anos é marcada pelo conflito  Intimidade vs. Isolamento . "A falta de um ideal culturalmente viável da velhice faz com que nossa civilização não tenha realmente o...

A solidão

 Hoje eu me senti sozinho, de novo. Porque eu ainda espero que outras pessoas preencham o vazio que sai de dentro de mim. Mais uma noite de sexta-feira e eu aqui, no quarto, sozinho mas por escolha. É que eu fiz uma mudança muito importante na minha vida . E essa mudança trouxe a solidão. Enquanto pressoas preferem pessoas horríveis As pessoas que tentam te alertar sobre a dor , não é escutada, porque, a dor é subjetiva e é inexplorada. Então , o que adianta , o que adianta tentar e tentar e não conseguir seguir em frente de novo e de novo? Agora eu pelo menos tenho sonhos mais lúcidos do que antes, antes eles eram povoados por nevoeiros e confusão. E agora, eu sei o que eu to vendo , as coisas que eu não gosto mas as coisas que eu gosto também ficaram muito mais nítidas. Minha mente não está mais sincronizada a pessoas asperas e secas, ao meu ponto de vista , porque, para mim não são boas pessoas. Enquanto a aparencia de alguns só demonstram fuga, eu demonstro refúgio. Meu ar é ac...

O Ciúme como Fator Dual nos Relacionamentos: Entre a Produtividade Comunicacional e o Risco de Ruptura

  O Ciúme como Fator Dual nos Relacionamentos: Entre a Produtividade Comunicacional e o Risco de Ruptura Introdução: A Dualidade Adaptativa do Ciúme O ciúme, frequentemente rotulado como uma emoção exclusivamente destrutiva, possui uma dualidade complexa que precisa ser analisada sob o prisma da psicologia. Por um lado, o ciúme, em doses controladas, é considerado por certas escolas psicológicas como uma resposta adaptativa , capaz de fomentar discussões produtivas que reafirmam o valor do vínculo. Por outro lado, quando essa emoção é exacerbada e se manifesta como um ciúme patológico , ela se torna um preditor de conflito, controle e, em casos de apego inseguro , pode levar ao rompimento abrupto de relações com grande potencial de desenvolvimento. I. A Função Produtiva (Adaptativa) do Ciúme: A Psicologia Evolucionista A premissa de que o ciúme pode ser "produtivo" encontra seu embasamento mais forte na Psicologia Evolucionista . Nesta perspectiva, o ciúme é visto como um mec...

O Salário como Fetiche do Poder: Uma Análise Marxista e Psicanalítica da Ambição Hierárquica no Serviço Público

  Introdução: A Tensão entre Função e Poder A estrutura salarial e hierárquica das organizações contemporâneas, mesmo no âmbito do serviço público, como é o caso das Polícias Civis, reflete uma tensão fundamental entre a qualificação funcional e a competitividade de poder . O presente ensaio propõe-se a analisar criticamente a validade da premissa marxista de que o salário é, essencialmente, uma expressão da competitividade e do poder, e como essa lógica impacta a ascensão profissional. Utilizaremos o caso do policial civil em sua trajetória ao cargo de Delegado para investigar como essa escalada, motivada primariamente pelo aumento salarial e pela autoridade delegada, pode subverter a busca pela qualificação de liderança e institucionalizar ambições narcísicas que comprometem a integridade da hierarquia e a missão da instituição. I. A Perspectiva Marxista: Salário, Poder e Alienação Na crítica de Karl Marx à economia política, o salário é mais do que a remuneração pela força de...

A comparação é o sofrer

Comparação é Escolher Sofrer: um Olhar pela Psicologia Analítica e Gestalt Vivemos em uma sociedade que incentiva constantemente a comparação: quem ganha mais, quem tem mais seguidores, quem conquistou primeiro. Essa dinâmica, embora pareça natural, nos aprisiona em um ciclo de frustração e insatisfação. Não à toa, a frase “comparação é escolher sofrer” ecoa como um alerta. Mas o que a Psicologia Analítica e a Gestalt-terapia podem nos ensinar sobre isso? --- A visão da Psicologia Analítica (Carl Jung) Jung defendia que cada ser humano carrega dentro de si um processo de individuação, ou seja, um caminho único de autodescoberta. Quando nos comparamos, abrimos mão desse processo para tentar viver segundo a sombra ou a persona de outra pessoa. A comparação desperta a sombra, pois sentimos inveja, inferioridade ou raiva. Ela também alimenta a persona, aquela máscara social que veste o que acreditamos que os outros esperam de nós. No fundo, comparar-se é recusar-se a viver a própria jornad...

uma conversa sincera comigo mesmo

Acho que meu emprego ideal seria algo que eu pudesse ser útil de verdade, mas sem me sentir sufocado. Um lugar onde eu não tivesse que fingir ser alguém que não sou — onde minhas ideias fossem ouvidas, e minha sensibilidade não fosse tratada como "frescura". Queria algo criativo, sabe? Onde eu pudesse usar minha mente pra transformar sentimentos em palavras, pensamentos em alguma coisa que ajude os outros... talvez escrevendo, talvez ouvindo, talvez criando. Mas o mais importante: Que eu não precisasse me anular pra caber. Nem fazer cara de “tudo bem” quando por dentro tá tudo quebrado. Eu queria estar num lugar onde eu pudesse ser eu sem ter que ficar me defendendo o tempo todo. Onde as pessoas não me olhassem como se eu fosse exagerado, intenso demais ou estranho só porque eu sinto tudo de forma diferente. Queria viver num ritmo que fizesse sentido pra mim… sabe? Sem essa cobrança de ser “produtivo” o tempo todo, de acordar e já sentir que tô atrasado na vida. Queria poder ...