Do amor imaginário para a morte contemplada .
Estou aqui de novo,
Depois de tanto tempo perdido no espaço,
Eu era cego de vingança.
Agora eu entendi .
Não é a vingança que me faz a justiça.
Mas sim, o fato de eu procurar o afastamento,
A cura, o amor e indiferença que me faz ficar livre.
Eu queria parar mas não consegui , eu queria ser alguém que eu não poderia ser, jamais.
E eu não busco muita coisa, apenas fazer das crises que eu crio, apaziguar com a morte.
Porque a morte não é algo que vai trazer alívio mas é saber que ela existe, que vai apagar a história material então porque você corre?
Nós temos uma ideia de medo da morte.
Mas o desconhecido sempre dá medo.
Mas tudo é uma lembrança fantasiosa da vida e da morte.
Então se a vida é apenas fantasia, porque não nos vestirmos daquela amada e querida flor ou daquele espinho.
Os animais brilham os olhos quando querem amar, eles não aguentam, eles morrem por amor.
Eu deveria ser indiferente a morte do planeta terra?
Mas a resposta é que eu só consigo chorar sobre isso.
Mas ela vai morrer algum dia e eu também.
Mas todas as fantasias que eu criei continham amor por ela, apenas e tudo bem. Eu fiz o que pude.
Não há um fim de verdade.
Apenas novos amores e novas terras...
Novas e distantes terras.
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